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A Falta de Grandes Líderes no Mundo

31 de maio de 2007

Segue o futuro, quem será o líder do mundo livre, o cargo mais visado no mundo?

McCain, Giuliani, Obama, Hillary?

Sim, há outros candidatos no páreo. Mas, no fundo eles só querem uma “boquinha”. Seja como secretários de estado, diplomatas, a vice-presidência ou mesmo simples exposoção na mídia.

Nessas horas é bom olhar para o passado.

Em uma dessas “caminhadas” na internet, para ser mais exato You Tube. Pude visualizar um vídeo de John Fitzgerald Kennedy, era o vídeo de sua posse como presidente dos EUA.

Não podemos comparar os ideais de 1961 com 2007. Minorias agora são as maiorias. O dinheiro aparecia, mas era em livros e não em grandes sistemas criptografados.

Em todo a história da humanidade sempre existiu um líder. Destemido ou não era um líder. Seu carisma e destreza no poder conduziam suas populações e nações a glória, mesmo que curta.

Tivemos do século XIX até meados do século grandes líderes como Napoleão, Churchill, De Gaulle, Roosevelt, Kruschev – afinal, substituir uma figura ditatorial Stálin não é para qualquer um. – Truman, Hirorito, Eisenhower, Kennedy, Mao Tsé Tung, Nixon – que teve seu valor com a abertura de comercial com China e URSS, além do fim da Guerra do Vietnã – Allende – que lutou até último minuto pelo povo chileno, Thatcher e Meir.

Hoje temos líderes pífios. Deixando a dúvida no ar. Homens como Bush (pai e filho), Blair, Berlusconi, Chirac, Schöreder, Fox, Menem, Kim Jong II e Chavéz. Corporativistas vestidos de líderes, alguns deles não têm habilidades para serem ditadores muitos menos para mártires.

Seus ideais já foram a tempos adquiridos atrás pelas empresas financiadoras de suas escalas ao poder. Eles não são comandantes e chefes das nações, eles são CEO’s. Chefes de empresas disfarçadas de Estado-Nação com suas bandeiras, mas no fundo apenas servem para lucros e não para ideologias sociais e obras para o futuro.

São homens de meias palavras, mesmo os seus assessores e ministros também agem desse modo.Por exemplo: General MacArthur, principal adido militar na Guerra da Coréia respondia as perguntas com um sonoro “very well”- muito bem. Henry Kissinger, chefe da Segurança Nacional na época da Guerra do Vietnã dizia “well”- bem. E o ex-Secretário de Defesa da Guerra do Afeganistão e da II Guerra do Iraque, Donald Rumsfeld dizia, “ahhhn”. Numa sonora forma de desconhecimento do caso requisitado, a guerra.

Os três eram homens fortes de seus governantes, famosos por serem arquitetos das guerras. Mas, todo arquiteto precisa de um bom engenheiro. MacArthur tinha Roosevelt e Truman, Kissinger tinha Nixon. Rumsfeld tinha G.W. Bush…O resultado está aí.

Uma nova guerra sem vitória, sem lado vitorioso e causará repercussões no mundo inteiro. Além de uma corrida armamentista, recessão e dúvidas da nação com seus governantes. Temos medo também de ser engolidos por nossa ganância, nossos gastos, nossa evolução.

Por isso olhem o passado e pensem no futuro. 

Por: Henrique Medeiros

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